Palavra profética : Aberta a temporada de caça na Babilônia (21/05/2013)


Ontem tive uma visão, com a Diana, mas ao invés de usar seu arco, usava um chicote. Em Roma, Diana era a deusa da lua e da caça, mais conhecida como deusa pura, filha de Júpiter e de Latona, e Deus me falou que a perseguição religiosa ia aumentar. Engraçado como ouço pessoas dizendo:"não importa a perseguição quando há culpa". Pensei: "Bem, e quando atingirem os inocentes"? Melhor botar as barbas de molho, não? Confesso minha boa intenção de absolver a todos os cristãos, mas não funciona assim porque pra começar não sou a juíza, segundo , porque o corporativismo é um dos inimigos do Reino e terceiro, porque Deus me falou algo muito simples: não há inocentes na Babilônia.

1 - Não há inocentes na Babilônia
Temos visto uma manipulação política e midiática com cristãos sempre no alvo das atenções e da fogueira.  No final, tudo é dinheiro e poder. Esse é o preço para quem vive na Babilônia. O tempo todo vemos cristãos na fogueira. De um lado, cristãos ateando fogo na mesma, gritando: "culpados"! De outro lado , cristãos gritando: "inocentes!"- mas na Babilônia, ninguém é inocente. 

"O mar subiu sobre babilônia; com a multidão das suas ondas se cobriu. Tornaram-se as suas cidades em desolação, terra seca e deserta, terra em que ninguém habita, nem passa por ela filho de homem. E castigarei a Bel em babilônia, e tirarei da sua boca o que tragou, e nunca mais concorrerão a ele as nações; também o muro de babilônia caiu. Saí do meio dela, ó povo meu, e livrai cada um a sua alma do ardor da ira do SENHOR. "
(Jeremias 51:42-45)


"E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito imundo, e esconderijo de toda ave imunda e odiável.
Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias.
E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. "
(Apocalipse 18:2-4)



2 - Sociedade das amazonas
Mas a ação de Diana é mais ampla do que apenas promover perseguição religiosa. Diana é indiferente ao amor. Filha de Júpiter e Latona, irmã gêmea de Apolo, obteve do pai permissão para não se casar e se manter sempre casta. Júpiter forneceu-lhe um séquito de sessenta oceânidas e vinte ninfas que, como ela, renunciaram ao casamento.  No Éden, o ataque não foi à mulher, nem ao homem, mas ao casamento. Podem esperar todo tipo de ataques à família, desde falsas acusações a novas leis promovendo direitos humanos, que de humanos não tem nada, na verdade estão aí apenas para promover a nova ordem mundial. Diana ea símbolo do poder feminino, da liberdade e autonomia feminina. Espere para ver oque as amigas feministas vão aprontar em nome da liberdade, do poder feminino e da autonomia da mulher. "Meu corpo, minhas regras"- um dos  lemas feministas da atualidade, certamente não vale para o casamento, porque no casamento não existe "meu", existe "nosso".

3 - Promiscuidade
Aristóteles dizia: “O homem, por natureza, é um animal político”. Culpados ou inocentes, está aberta a temporada de caça aos que fazem política na igreja. Não a política no sentido original da palavra, mas politicagem, os que vendem o rebanho, os corruptos, os que fazem alianças com filisteus, os que pervertem o ensino de Deus. 
Nas festas em homenagem à Lua eram sempre executadas danças de extrema sensualidade e havia constantemente a presença de um ramo considerado sagrado. Diana/Ártemis é considerada tanto uma prostituta sagrada quanto uma virgem responsável pelos partos. Fazendo uma leitura profética, podemos entender o hedonismo cada vez mais presente. A mentalidade promíscua, amoral, a sensação de estar acima do bem e do mal atinge não apenas a sociedade mas a igreja, assim como as setas de Diana atingiam os animais.  Na visão que tive, porém, Diana não usava seu arco, mas um chicote. Em 03/10/12 eu escrevi que Jesus estava virando a mesa. E mencionei o chicote, juízo para a promiscuidade.
"Então ele fez um chicote de cordas e expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois; espalhou as moedas dos cambistas e virou as suas mesas."
(João 2:15)


4 - Sociedade ladeira abaixo
Quero citar aqui um texto que reflete bem para onde estamos indo como sociedade:

'Em tempos passados, invocava-se o nome de Deus como fundamento da ordem política. Mas Deus foi exilado e o "povo" tomou o seu lugar:a democracia é o governo do povo. Não sei se foi bom negócio; o fato é que a vontade do povo, além de não ser confiável, é de uma imensa mediocridade. Basta ver os programas de TV que o povo prefere. A Teologia da Libertação sacralizou o povo como instrumento de libertação histórica. Nada mais distante dos textos bíblicos. Na Bíblia, o povo e Deus andam sempre em direções opostas. Bastou que Moisés, líder, se distraísse na montanha para que o povo, na planície, se entregasse à adoração de um bezerro de ouro. Voltando das alturas, Moisés ficou tão furioso que quebrou as tábuas com os Dez Mandamentos.

E a história do profeta Oséias, homem apaixonado! Seu coração se derretia ao contemplar o rosto da mulher que amava! Mas ela tinha outras idéias. Amava a prostituição. Pulava de amante e amante enquanto o amor de Oséias pulava de perdão a perdão. Até que ela o abandonou. Passado muito tempo, Oséias perambulava solitário pelo mercado de escravos. E o que foi que viu? Viu a sua amada sendo vendida como escrava. Oséias não teve dúvidas. Comprou-a e disse: "Agora você será minha para sempre." Pois o profeta transformou a sua desdita amorosa numa parábola do amor de Deus. Deus era o amante apaixonado. O povo era a prostituta. Ele amava a prostituta, mas sabia que ela não era confiável.

O povo preferia os falsos profetas aos verdadeiros, porque os falsos profetas lhe contavam mentiras. As mentiras são doces; a verdade é amarga.

Os políticos romanos sabiam que o povo se enrola com pão e circo. No tempo dos romanos, o circo eram os cristãos sendo devorados pelos leões. E como o povo gostava de ver o sangue e ouvir os gritos! As coisas mudaram. Os cristãos, de comida para os leões, se transformaram em donos do circo. O circo cristão era diferente: judeus, bruxas e hereges sendo queimados em praças públicas. As praças ficavam apinhadas com o povo em festa, se alegrando com o cheiro de churrasco e os gritos.

Reinhold Niebuhr, teólogo moral protestante, no seu livro "O Homem Moral e a Sociedade Imoral" observa que os indivíduos, isolados, têm consciência. São seres morais. Sentem-se "responsáveis" por aquilo que fazem. Mas quando passam a pertencer a um grupo, a razão é silenciada pelas emoções coletivas.
Indivíduos que, isoladamente, são incapazes de fazer mal a uma borboleta,se incorporados a um grupo tornam-se capazes dos atos mais cruéis. Participam de linchamentos, são capazes de pôr fogo num índio adormecido e de jogar uma bomba no meio da torcida do time rival. Indivíduos são seres morais. Mas o povo não é moral.

O povo é uma prostituta que se vende a preço baixo."
(Rubens Alves, coluinsta da Folha de São Paulo)


Você não tem que ser a prostituta, saia da Babilônia!

Em Cristo,
Lya Alves