Ninho das Águias na Conferência Missões em Chamas 2014


Ontem,  16 de agosto de 2014,  o Ninho das Águias esteve ministrando na Conferência Missões em Chamas. André Alves convidou os participantes a se envolverem na Presença de Deus e comentou sobre a diferença entre "tocar músicas" e "ministrar". Em seguida Lya Alves trouxe uma palavra profética de reflexão e retrospectiva sobre a promessa de Deus na década de 70, que dizia que o Brasil seria um celeiro de missionários. 

No último Missões em Chamas ela havia comentado sobre o velório do neopentecostalismo no Brasil. Diante de novos megatemplos faraônicos sendo erguidos, ela reafirma: "oque estamos assistindo é um velório". Na década de 70, junto a promessa de avivamento , saiu a promessa dos missionários. Imediatamente, aparecerem 2 teologias que marcaram estes últimos 40 anos: a teologia da prosperidade e a teologia da libertação. 40 anos é o tempo profético que simboliza uma geração. Da década de 70 pra cá, este tempo, e estamos iniciando um tempo novo, com uma geração nova, e a mesma promessa está de pé: O Brasil será celeiro de missionários, e o cenário do próximo avivamento. 

Na última geração, vivemos um simulacro de avivamento, e descobrimos que vivemos num simulacro de igreja com um simulacro de comunhão: falsos pregadores, falsos defensores da fé, falsos mestres, falsos apóstolos, falsa igreja. Uma nova geração começa já com este entendimento, mas também as novas falsas teologias já começaram a aparecer. Já temos um "genérico" da teologia da libertação, que propõe que a missão da igreja é fazer ação social sem Deus, confundindo ação social com justiça, e caridade com missões. Tudo isso é importante, mas além de confundir os conceitos, excluir Deus é inaceitável. Esta nova doutrina é tão "pé no chão" que não toca as alturas onde Cristo vive. Precisamos manifestar o Reino, e isto inclui amor, caridade, alimentar o órfão, a viúva, o pobre, o aflito, os que não tem voz, mas o sobrenatural precisa estar presente, porque o amor pregado por Cristo é sobrenatural.

Já temos uma cópia da teologia da libertação em andamento, nos resta aguardar a nova cópia da teologia da prosperidade, e, se permitirmos, vamos chegar ao final de mais 40 anos sem um avivamento real e sem o cumprimento das promessas. 

As novas teologias não são difíceis de serem notadas, mas pelo entusiasmo com que as pessoas se lançam e pelo carisma de seus mentores, pode ser mais fácil identificar seus falsos mestres pelas suas características:
Não aliar discurso à prática: Mestres que não aliam o discurso à prática são falsos mestres, essa é a chave para identificar as falsas teologias: são engodo. São a cal que embeleza o sepulcro. Não devemos ira trás do que falsos mestres pregam, por melhor que pareça. 
Balança enganosa: os falsos mestres da nova geração tem dois pesos e duas medidas. São defensores da fé, sempre com a espada em punho para defender o Evangelho, mas sua postura é de quem está acima do bem e do mal. Se o pecado é cometido por ele ou pelos que estão aliançados com eles, jã não é mais pecado, é uma atitude tolerável.

Por fim, Lya Alves ministrou sobre a porta do esterco descrita em Neemias:
"A porta do Esterco foi reparada por Malquias, filho de Recabe, governador do distrito de Bete-Haquerém. Ele a reconstruiu e colocou as portas, os ferrolhos e as trancas no lugar." (Neemias 3:14)
A porta do esterco era uma porta por onde saía o lixo da cidade. O ser humano produz lixo o tempo todo. O problema é não limpar, e deixar a cidade virar um lixão. E assim, fez um convite à limpeza do coração. Todos limparam a "cidade interior" e foi  um momento lindo na presença do Senhor.